segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Séries policiais #2

Mais uma publicação do mesmo!

Gosto de séries policias britânicas, ainda mais do que gosto de romances policiais nórdicos.
Não sei se a comparação é entendida, mas é assim mesmo.
Há qualquer coisa que me puxa nesses romances, como há nestas séries.

E tenho tanta sorte que iniciaram-se três novas séries que me deliciam.

INSPECTOR GENTLY
Passada no nordeste de Inglaterra no ano de 1964, no condado (ainda) de Newcastle, em Northumberland and County Durham, ao contrário dos livros que situavam a ação em Norfolk.
Gosto da "pressa" com que o Sargento John Bacchus despacha os assuntos e determina quem são os criminosos, a par dos preconceitos que tem sobre certos temas e que apresenta sem qualquer problema e a calma e racionalidade com que o Inspector Gently o vai travando e educando.


ENDEAVOUR


Esta série, passada no ano de 1974, retrata a juventude do detective Morse, um homem culto, apreciador de ópera, arte e palavras cruzadas que largou a faculdade de literatura de Oxford para seguir a carreira policial, onde faz bom uso das suas capacidades dedutivas.


SHETLAND



Passada nos nossos dias, esta série retrata o trabalho do inspector Jimmy Perez e da sua equipa, a investigar crimes cometidos na unida e isolada comunidade de Shetland.


Poderia dizer que tenho uma favorita, mas ia ser injusta porque gosto de todas. Por serem britânicas? Talvez. E se for só por isso, a minha preferida é a terceira - adoro a pronuncia escocesa, tanto quanto adoro ouvir um bom britânico a falar num filme americano! É uma espécie de música que nos embala no meio de sons a que já nos habituamos.



segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Crochet para matar saudades

Tenho três gavetas no aparador onde guardo tudo o que são toalhas, panos e naperons de tecido e crochet que não uso, mas não me atrevo a descartar, pois trazem-me belas memórias e foram ofertas de pessoas muito queridas.

Acabados de cozer os meus biscoitos, quis publicar no IG e quis pousar a lata em alguma coisa bonita para não ser apenas a pedra da mesa.

 Descobri uma renda que fiz há anos - e quando digo anos, são anos mesmo - uns 20. Era para aplicar na ponta de uma cortina de cozinha, na casa onde morei antes.
Nunca apliquei, entretanto mudei de casa e as janelas desta cozinha já não se prestam ao tipo de cortina idealizado e renda ficou arrumada e esquecida.
Tem 140cm de comprimento, tem cor de grão e não faço ideia para que poderá servir, a não ser para olhar, apreciar e matar saudades.





quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Falar de malas, what else?

Apeteceu-me hoje.
Não tenho trabalhos novos para mostrar, posso falar de outras coisas que gosto.
E se há coisas que gosto são malas e carteiras.
Gosto de variar. Adoro variar, embora nas carteiras, varie, mas demore mais tempo a trocar.
Quando pego numa que me enche as medidas, vai ficando, ficando... já as malas, não é bem assim.

Há três modelos que prefiro sobre todos os outros.







São grandes, práticas e versáteis. 
Durante a semana são do melhor e chegam a fazer de saco de compras. 








Este é o modelo que me iniciou no gostar de malas. A minha primeira mala a sério, foi destas e durante muito tempo (quando tinha apenas uma) era uma destas e durava até comprar outra. Mantive uma em casa, já incapaz de usar, quando deixaram de aparecer nas lojas. Felizmente voltaram e em grande.







Há pouco tempo, conheci estas. 
Adoro o estilo de pasta, tenho uma paixão assolapada por tudo o que tenha a ver com escola (livros, cadernos, pastas). 

São estes os três modelos de malas de que nunca consigo escapar. Tem que haver sempre uma (pelo menos) (de cada, de preferência) no meu armário.

E, para aquelas alturas em que não precisamos usar muita coisa e só queremos uma mala que nos deixe levar as chaves, o telemóvel e um porta moedas (porque se usarem carteiras do tamanho da minha habitual não vale a pena pensar em malas pequenas), existe um modelo que é o meu eleito.





Uma de cada cor era o ideal.
Fica bem com tudo.


Se tiveram a pachorra de ler e quiserem opinar, tenho muita curiosidade em saber. Se não, ficamos por aqui mesmo que me diverti bastante com esta publicação.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Trabalhos por desafio

Não sei se lhes posso chamar isto, mas também não sei que lhes chamar.

Trata-se daqueles desafios em que é postado (por determinado blogue) um gráfico (seja de ponto cruz, crochet ou costura) e os blogues aderentes (suponho que não precisam inscrever-se é só porem as mãos ao trabalho) vão em cada mês (esta é que é a parte gira) à medida que os gráficos são disponibilizados, trabalhando e no final no mês publicam os resultados.

Já tenho visto vários, mas apaixonei-me por um destes desafios e embora não tenha coragem para participar (jamais iria conseguir cumprir prazos), fiquei inspirada e acho que mesmo sem me cingir ao tema, vou aproveitar as ideias para fazer algumas coisas. Afinal tenho todos os outros trabalhos em dia e como tenho por lá uns trabalhos em ponto cruz sem utilização, acho que vou fazer qualquer coisa do género.

Entretanto mostro algumas das inspirações que podem ver no seu original ambiente em SEPTIEMBRE e os gráficos no blogue original THE SNOWFLOWER DIARIES











Qual deles o mais lindo?

Se ainda não conhecem os dois blogues, visitem que vai valer a pena.

Nota: Lembrei-me deste desafio, quando vi a bolsa linda que a Lete do Bordalinhas. ofereceu à Nina do O Meu Pensamento Viaja
Rodeadas de tantas inspirações, não deveremos fazer qualquer coisa?... Claro que sim!



segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Individuais, marcadores ou sousplats em crochet

Finalmente conseguir terminar um dos projetos que tinha na ideia.


São rápidos de fazer e depois do primeiro, as instruções ficam gravadas.





Agora só falta montar uma mesa com eles, para ver o resultado no geral.




sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Alfineteiros

Se há coisa fácil de fazer são os alfineteiros. A não ser que os queiramos muito sofisticados, são muito rápidos de executar.
Desde que fiz um extra large, tinha decidido que faria, oportunamente, uns mais maneirinhos.
E foi agora.







Aproveitando a onda das mini almofadinhas, que servem desde alfineteiros a almofadinhas de cheiro, fiz mais uns quantos com outro fim que não o de espetar alfinetes.





Para fugir aos corações e afins que estas almofadas de cheiro para os roupeiros normalmente têm como feitio, decidi fazer estas em redondo e fazem-me lembrar enfeites de árvore de natal. 
Agora é só eleger a essência preferida, ensopar ligeiramente o enchimento, fechar e usar no roupeiro como ambientador.