sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Restauro de móveis - mesa de pão

E para não ficarem a pensar muito na saia do ultimo post, resolvi terminar a semana com uma coisa diferente.
Não sou muito boa recuperadora de coisas como a nossa blogueira amiga Val do blogue L'Avion Rose.
Gosto de coisas antigas, velhas e não tenho qualquer problema em aproveitar o que outros não querem, e até vejo sempre as possibilidades que terão, mas quanto ao restauro e transformação fico-me mesmo por pinturas e já está.

Com a mudança de instalações da empresa onde eu trabalho, descobri no armazém uma mesa de pão que existia na empresa quando eu para lá fui há quase vinte anos, onde costumava estar a máquina do café e afins.

Tem o tampo um bocado maltratado, por anos de acidentes aquáticos e nenhuma manutenção, mas tenho uma ótima ideia para ela.





Para já, vai ser lixada no tampo com lixa grossa, na tentativa de disfarçar os danos e lixa mais fina no resto, só para tirar o pó pois apresenta-se sem outros danos.

Depois, provavelmente será envernizada, se nada mais me ocorrer e vou dar-lhe bom uso. 
Ou seja, há falta da tal escrivaninha que falei aqui e que mostro abaixo, que é o meu sonho de consumo, vou colocá-la num lugar estratégico da minha sala, e passará a guardar a minha tralha toda, para que fique fora da vista dos desinteressados. Só não tem gavetas, porque de resto...





Costura - saia em execução...

Só para atualizar o estado da tal saia.
Cosi as costuras como devia ser, coloquei o fecho e o forro, cosi o cinto e fui experimentar para tirar medidas para a bainha




Vesti, mirei-me ao espelho e NUM GOSTEI!!!

Gosto da saia fora de mim. Gosto do cair do tecido e do armado do feitio, mas não em mim.


Uma vez que não tenho corpinho de bailarina, como a querida Patricia disse, este feitio de saia,
 neste tipo de tecido, não cai bem em mim.
Fico bojuda e não gostei de ver.

Portanto, este fim de semana é para desfazer o que fiz e testar num feitio direito.
Voltarei dentro de dia com novidades.



segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

A cake a day - Bolo de leite condensado

Claro que não é um bolo por dia e se calhar nem por semana, mas tinha pensado em colocar este titulo quando publicasse algum dos bolos que a Nina me obriga a fazer. Sempre que passo no blogue - O meu pensamento viaja - e vejo publicações de bolos é a minha desgraça.
Ando a confeccionar bolos com uma frequência que há muito tempo não se via lá por casa.

Avancemos.
O ultimo foi ontem e foi receita de iogurte, misturando uma parte de chocolate, todo com produtos sem lactose - a pedido.
Mas como é uma receita básica e não teve qualquer inovação, tal como glacés ou algo assim, venho publicar o penúltimo que por mera coincidência calhou no dia 14 de Fevereiro.

BOLO DE LEITE CONDENSADO


A foto não é minha, mas do que encontrei na net, porque não tive tempo de tirar foto ao meu, foi o que mais se assemelhou ao resultado final, lá do de casa.

A receita é DAQUI e aviso já que se fizerem uma vez, vão querer repetir. Pela facilidade e pela delicia que é.
Eu vou repetir, de certeza!


terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Costura - saia em execução

Para não acharem que desisti de costurar a saia, aqui estão as fotos que tirei no fim de semana, depois do cós montado e  alinhavado.
Perdoem a falta de qualidade, brilho, claridade, etc, das fotos... mas foi mesmo e apenas para verem que a coisa segue...



Falta coser as costuras e o cós, como deve ser e colocar o fecho, que será do lado esquerdo como manda o figurino, apesar do excesso de tecido, na foto parecer que está à direita (é do reflexo do espelho). 
Só depois passarei à bainha.
É um tipo de saia que não me parece que fique bem demasiado curta, mas também não pode ser muito comprida dada a minha altura.
A ver vamos. Estava a provar e a pensar se teria sido boa ideia este modelo, já que o tecido arma muito - embora tenha sido esse o motivo para a primeira escolha do modelo.
Não sei se depois deste esforço todo (muito pouco por acaso) não acabará mais uma saia direita.


quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Bolo tipo mármore

Chamei-lhe assim porque nem faço ideia que tipo de massa produz o bolo mármore. Só sei que com massa sem e com chocolate. Por isso...
Ontem à noite, culpa da Nina, tive que fazer um bolo e como tal resolvi inovar.
Não usei a habitual forma de chaminé e como não tenho uma forma redonda que se veja, usei um tacho antigo que perdeu as pegas e que normalmente uso para cozer o bolo de natal (que não tem buraco no meio).

Pus em prática uma ideia que vi uma vez no facebook e saiu assim:








Não há receita mais simples que esta. Utiliza-se a receita do bolo de iogurte (5 ovos, 5 chávenas de farinha, 5 chávenas de açúcar - costumo usar branco, mas desta vez usei do amarelo - 1 chávena de óleo (ou leite para quem é esquisito) e em vez de dois iogurtes, um pacote de natas e mais um cheirinho de leite).
Foi só separar a massa em duas partes, e uma das partes levou chocolate em pó, a gosto. Depois é dar largas à imaginação e ir juntado na forma, sempre deitando a massa uma sobre a outra, no centro.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Lençóis ou cobertores

Só estou a escrever isto, porque vi uns pendurados a secar e pensei em tudo, menos em lençóis.

De certeza que o nome de lençol é o nome correto para certos jogos de roupa de cama que existem por aí?

Começaram por ser de flanela

Passaram para os polares de várias espessuras


E agora vamos nos de coralina.
Não uso de nenhum desses, porque não gosto, mas não ponho em causa o quentinho e o conforto.
Mas não era mais fácil, deixar de usar lençóis? Era menos um item, na hora de fazer a cama e quem não usa edredon, sabe como o numero de peças se multiplica nas camas, de inverno.

Ok. Vão dizer que secam muito mais depressa que os cobertores (e até que os outros lençóis). Secam sim, já testei, embora não os use.
Mas assim, chamem-lhe cobertores suaves, finos, interiores, o que quiserem.
Não chamem lençóis a tecidos peludos.









terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Costura

Depois queixo-me que não consigo fazer isto, e acabar aquilo, e tal e tal...
Com coisas planeadas desde antes do Natal, resolvi que era agora que ia por mãos à obra e fazer uma saia com um tecido que tenho em casa há mais de um ano.
É tecido para inverno e convém usar antes de acabar o inverno.

O caricato é que quando comprei o tecido, foi com intenção de fazer umas almofadas (como é que é????), mas achei que era mal empregado e aí decidi-me pela saia.
Eu até preciso de uma saia de inverno e de preferência fora do modelo habitual que uso.

Quando uso saia, costuma ser direita.

Vou variando nas cores e no padrão do tecido ou no tipo de tecido e pouco mais.
Mas apeteceu-me ter uma saia com pregas, tipo esta.
Se não gostar de me ver com ela, depois de tudo alinhavado, tenho duas soluções: faço mais uma saia direita, ou faço as benditas das almofadas.

O tom de azul não está nem próximo da realidade que é lindissimo e apesar de parecer uma malha ou algo assim, não é e não tem elasticidade nenhuma. É tudo efeito.

Mostrarei o resultado final, mesmo que não seja concluída tal como está, para já, planeada.





Prendas

Não é nada de extraordinário, é só para avançar no ano que o Natal já lá vai. E já me desconsolava ver o blogue sem atualizações.

Fiz dois gatos, um igual ao modelo que fiz há tempos e outro de outro modelo, com a cauda pendente.




Um deles não tinha pressa, pois não era para o Natal. E à conta de "não pressa", fiz o gato e não há meio de o enviar a quem o encomendou. Quando o enviar não vou cobrar, claro. Só pela demora. Existe uma razão válida para este atraso - quero enviar um mimo, feito por mim e ainda não consegui fazer.

O outro gato era de uma encomenda anterior para oferecer no Natal a uma menininha e uma capa de livro para a mamã.




Desta vez resolvi não misturar padrões, levar tudo mais discreto e confesso que gostei muito do resultado final.

Tenho outro cortado, mas ainda não viu execução.

E estas foram as minhas manualidades de antes do Natal.
Há umas quantas coisas que gostaria de fazer, mas ainda não consegui meter mãos à obra. Pode ser que agora as coisas acalmem e eu avance. Pelo menos, quero ver se faço o que me falta, para enviar o gato para a sua dona.



terça-feira, 19 de dezembro de 2017

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Dar um lamiré

Quantos de nós já ouvimos a expressão "dar um lamiré"?


dar o lamiré
1.
indicar a nota que serve de referênciadar o tom
2.
dar indicação para iniciar algo
3.
dar uma indicação ou um aviso

dar
 um lamiré
dar uma explicação sucinta sobrefazer um breve resumo de algo

Sempre tive a noção de que era disto que se tratava: dar uma dica, dar uma ideia para incentivo, dar uma espreitadela  determinado assunto para iniciar e por aí em diante.

Descobri exatamente porquê o termo lamiré - que vocês já saberão - e eu só soube ontem.

Se lermos esta definição, abaixo, vão perceber a minha descoberta.
Trata-se da forma aglutinada da expressão «lá, mi, ré», que designa o diapasão, instrumento musical usado na afinação de instrumentos ou vozes. A expressão foi-se popularizando designando qualquer sinal que dê começo a uma atividade.

Decidi aprender a tocar guitarra. Acho que estou com a idade ideal para arranjar um hobby diferente dos habituais e aí está. Esta minha decisão deveu-se a ter escutado uma música tão linda, tão linda que os acordes de guitarra me deslumbraram.
Ainda estive na dúvida se deveria aprender a tocar na elétrica que tenho em casa, mas não. Comprei uma guitarra clássica, que a música era tocada em guitarra clássica.
Isto sou eu na esperança de um dia, conseguir tocar essa música.


Pois bem. Além de alguns exercícios de aquecimento aos dedos e de "descolar" dos dedos, aprendi logo logo, que ainda nem tive tempo de testar muitas vezes os acordes LA (A) , MI (E) , RE (D).
São os primeiros do curso que ando a fazer, supostamente os mais acessíveis e daí lembrei-me do lamiré.





Pronto. Explicado. Já vos dei um lamiré, sobre o dito e avancemos.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Intervalo forçado


Não, não deixei de publicar. Não, não desisti de vos ler.
Apenas, tenho andado em mudanças (já não vou ter que viajar 40km para ir para o trabalho e 40km para voltar para casa) e não consegui um tempo para visitar os blogues que sigo ou para atualizar o meu.
Por isso, fica aqui esta imagem e a resposta dará cada um de vocês aí desse lado.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Morning Prayer - Derrol Sawyer


Um momento musical para aquecer os nossos corações.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Molduras

Já que não tenho tempo para terminar trabalhos que estão a meio, nem começar outros, aproveito estes cinco minutos ao almoço para publicar umas coisitas, com fotos sacadas da net (todas!).

Gosto de molduras.
Gosto de molduras, sobre os móveis, mesas, lareiras e gosto de molduras nas paredes.
Delicio-me a mirar cada moldura, quando vou a algum lugar que as tenha.
Aprecio o que elas mostram, mas gosto mesmo delas.

De forma, que aqueles trabalhos de decoração, perfeitos ou não, com molduras na parede me encantam e me deixam com vontade de ter uma parede assim também.










Podem estar dispostas simetricamente, ou à vontade, sem ordem. 
Podem ser iguais umas às outras, podem ser iguais e desiguais, podem ser todas diferentes; podem ter só fotos, ou ter fotos e desenhos e tecidos, o que calhar. Só precisam ser bastantes e alegrar-nos a vista.

Ando a estudar o assunto e a coleccionar molduras. Só falta decidir o que colocar em cada uma delas e em que parede as dispor.


segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Chinelos de piscina

Não podia deixar acabar o verão, sem publicar qualquer coisa sobre o assunto. Em especial hoje que calcei umas sabrinas que estavam a fazer-me bolhas nos dedos mindinhos e fui à sapataria mais perto e única dos arredores (que eu saiba) comprar qualquer coisa confortável e de preferencia barata.

Para vir para o emprego, largo o comboio na Amadora para apanhar o autocarro e quando me dei de caras com isto:

Nada de extraordinário, se estivesse a caminho de alguma piscina, mas não me pareceu, porque, e foi o que me espantou, a mulher em causa, estava vestida com roupa "normal", de rua e calçava os ditos.

Ok. É prático, é bué confortável, mas não fica assim muito bem... pensei, que era por conforto. Se calhar tinha bolhas ou calos, o que fosse.
Um ou dois dias depois, ai vem outra pessoa, com os mesmos chinelinhos, mas desta feita com peluche. São os mais badalados.

Não sei se o mau é mesmo o peluche no verão, ou nos chinelos de piscina.

Depois disso, vi outras modalidades (com correntes, com laços de cetim) em pés e logo a seguir em montras de lojas.
Hoje procurei na internet para pôr aqui umas fotos e encontrei mais ainda.






Gostava de saber a vossa opinião. Gostava mesmo!